“Você sabe meu nome, não minha história. Você sabe a cor dos meus olhos, mas não o que eles já viram. Então não sinta-se no direito de me julgar.
“XuuÀ propósito, te agradeço. Não por ter me magoado e ido embora como se nada tivesse acontecido, mas por ter me ensinado a ser mais forte. E menos tola.
“Pedofilia, estupro e violência.
Daí o garoto de rua levanta às 4h da manhã, e vai limpar a vidraça de carro importado.
Heroína, cocaína, cafeína e overdose.
O jovem brasileiro se diverte, a filhinha do papai tenta provocar o coroa. Que por sua vez, só pensa em…
Dinheiro, sexo e futebol.
Se elege o palhaço, e a sociedade da gargalhada! “Normal.”
Tv, desenho porno, guerra e um pouco de perversão. Vai saber em qual desses fatores os pirralhos prestam atenção.
E lá vai ele ler jornais, onde a notícia é mais mentirosa do que o amor da novela das 8.
Cá entre nós isso é bom. Ver o galã com suas 1000 e tantas mulheres, distorcendo completamente o sentido da palavra amor.
Suicídio, ódio, guerra e homofobia. “Normal.
“Eu posso definir meu amor como o sangue, que não consegue ser estacado, pode tampar, pode colocar panos, mas logo depois o sangue estará ali átono. Meu amor é assim, eu posso dizer que não amo, posso negar, posso brigar, dizer que eu te odeio, mas se me olharem, vão perceber que eu sou louca por você.